Pois é, os problemas... o que são eles? Barreiras malignas que visam nosso sofrimento? Meros obstáculos? Talvez combustível para soluções?
Eles são o que são... nunca deixarão de ser. Complicam-nos a vida, claro. Mas será que não os complicamos mais ainda? Verdade que a vida não é fácil e nunca será, mas ela é boa. Fora de saber quanto dela os problemas ocupam ela está aí. De frente a nós, ao nosso lado, ao nosso redor. Somos vida e causamos problemas para outros por simplesmente existir. Eles podem achar isso bom ou ruim mas não depende disso: a existência é o que é e a de cada um de nós *vai* ter fim. Para que então arrancar os cabelos pensando em morte e em fim se a vida ainda não acabou?
A vida, cheia de problemas está aqui. A bela, a trágica, a cruel... tudo isso; não há dissolução. É algo anátomo, sem divisão. Tudo se junta a tudo, formando uma complexidade impossível de se compreender. Ou talvez só eu não entendo; não sou perfeito e nunca serei. A perfeição está para ser atingida. Enquanto isso, há problemas para se resolver e vida para viver. Vives resolvendo problemas? Problemas resolvendo a vida? Há mais combinações possíveis, e elas todas podem resolver o tal sentido da vida, mas eu não o procuro: a vida não tem sentido. A vida é caos e o caos é belo. E é isso que eu vivo.
"Com os pés no chão buscamos inspiração no céu. Seja nos raios luminosos de um sol enérgico ou no brilho sutil do luar que se completa pelo agraciamento das estrelas."
sexta-feira, 29 de maio de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Faça fotos cmo as de Obama!
sexta-feira, 6 de março de 2009
Prêmios para bons escritores
quinta-feira, 5 de março de 2009
Cataventos e Laranjas...

O vento sopra contra as velas do navio,
Fazendo com que navegue pelo mar de nuvens.
Os sonhos se revelam, deixam a transparência de lado e criam cor, são todos azuis como o céu.
Com o soprar dos sonhos, a caravela vai por entre as nuvens navegar.
O propósito de tudo não está na dificuldade da navegação, mas no encantamento do lugar.
O vento sopra, o cata-vento gira e o sorriso da navegadora não adormece.
As laranjas são frutos de lembranças, o catavento o veículo do sonho e a coragem o instrumento.
Fazendo com que navegue pelo mar de nuvens.
Os sonhos se revelam, deixam a transparência de lado e criam cor, são todos azuis como o céu.
Com o soprar dos sonhos, a caravela vai por entre as nuvens navegar.
O propósito de tudo não está na dificuldade da navegação, mas no encantamento do lugar.
O vento sopra, o cata-vento gira e o sorriso da navegadora não adormece.
As laranjas são frutos de lembranças, o catavento o veículo do sonho e a coragem o instrumento.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Me deu vontade de escrever
É... quarta feira. Em breve acontecerá um grande divisor de águas. Ou será que já aconteceu e isso será apenas uma consequência? Sim e não. Se hoje eu fui trabalhar é consequência de ter nascido.
Eu fico tentando escrever um texto grande e pomposo mas tudo que consigo é balbuciar o vácuo. É dito de monges que têm essa paz e presença espiritual por conseguir se concentrar no nada meditando. Não sei se é verdade; nunca conheci um pessoalmente... o vazio é algo realmente legal às vezes: precisamos dele para prender comida em sacos plásticos, de modo que dure mais. Mas talvez estejamos desvalorizando-o.
E que diabos é esse tal de valor? Por quê é dado a coisas que não tem valor?(é...) Por quê existem clínicas e mais clínicas para animais de estimação, se faz protesto para que um cachorro de rua fique na praça recebendo comida e carinho, mas quando é com gente o buraco é mais embaixo? Me chamem de idealista, mas este mundo está podre. Tá... chega... daqui a pouco estou falando de ecologia, efeito estufa e economia "sustentável", mas até na Superinteressante se diz que temos que jogar uma chave de fenda nas engrenagens da economia e talvez tenhamos daqui a sei lá quantos anos (mais de 200?) um mundo como o de 1960, meros quase 50 anos atrás.
Continuando a falar de vazio...
...aprecie-o...
ele pode ser valioso
;D
Eu fico tentando escrever um texto grande e pomposo mas tudo que consigo é balbuciar o vácuo. É dito de monges que têm essa paz e presença espiritual por conseguir se concentrar no nada meditando. Não sei se é verdade; nunca conheci um pessoalmente... o vazio é algo realmente legal às vezes: precisamos dele para prender comida em sacos plásticos, de modo que dure mais. Mas talvez estejamos desvalorizando-o.
E que diabos é esse tal de valor? Por quê é dado a coisas que não tem valor?(é...) Por quê existem clínicas e mais clínicas para animais de estimação, se faz protesto para que um cachorro de rua fique na praça recebendo comida e carinho, mas quando é com gente o buraco é mais embaixo? Me chamem de idealista, mas este mundo está podre. Tá... chega... daqui a pouco estou falando de ecologia, efeito estufa e economia "sustentável", mas até na Superinteressante se diz que temos que jogar uma chave de fenda nas engrenagens da economia e talvez tenhamos daqui a sei lá quantos anos (mais de 200?) um mundo como o de 1960, meros quase 50 anos atrás.
Continuando a falar de vazio...
...aprecie-o...
ele pode ser valioso
;D
Assinar:
Postagens (Atom)

