É, aos poucos a vida vai se desenrolando e vamos tomando as decisões que nos moldarão no que vamos ser mais pra frente e esse processo se repete novamente
Os últimos serão os primeiros pelo jeito... é estranho notar que em menos de dois anos se está num lugar exatamente oposto ao que estava antes. Éramos tão inexperientes...
Não há muito que se escrever, há muito que devemos ainda viver. Eu sempre acabo colocando um otimismo idealista nesses textos, mas fazer o quê? Agora estou vivendo uma fase boa e pretendo continuar ao menos o ponto de vista, que desse jeito resolvo mais problemas(postagem anterior).
Mas sim, a vida toma os rumos que mais duvidamos que ela tome. E essas mudanças nos surpreendem de maneira tal que nos deixam vendo estrelas. Depois de achar alguém para amar sem procurar e de uma suspeita de gripe suína tudo pode se esperar ^^.
Vou-me por enquanto
"Com os pés no chão buscamos inspiração no céu. Seja nos raios luminosos de um sol enérgico ou no brilho sutil do luar que se completa pelo agraciamento das estrelas."
terça-feira, 11 de agosto de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Problemas
Pois é, os problemas... o que são eles? Barreiras malignas que visam nosso sofrimento? Meros obstáculos? Talvez combustível para soluções?
Eles são o que são... nunca deixarão de ser. Complicam-nos a vida, claro. Mas será que não os complicamos mais ainda? Verdade que a vida não é fácil e nunca será, mas ela é boa. Fora de saber quanto dela os problemas ocupam ela está aí. De frente a nós, ao nosso lado, ao nosso redor. Somos vida e causamos problemas para outros por simplesmente existir. Eles podem achar isso bom ou ruim mas não depende disso: a existência é o que é e a de cada um de nós *vai* ter fim. Para que então arrancar os cabelos pensando em morte e em fim se a vida ainda não acabou?
A vida, cheia de problemas está aqui. A bela, a trágica, a cruel... tudo isso; não há dissolução. É algo anátomo, sem divisão. Tudo se junta a tudo, formando uma complexidade impossível de se compreender. Ou talvez só eu não entendo; não sou perfeito e nunca serei. A perfeição está para ser atingida. Enquanto isso, há problemas para se resolver e vida para viver. Vives resolvendo problemas? Problemas resolvendo a vida? Há mais combinações possíveis, e elas todas podem resolver o tal sentido da vida, mas eu não o procuro: a vida não tem sentido. A vida é caos e o caos é belo. E é isso que eu vivo.
Eles são o que são... nunca deixarão de ser. Complicam-nos a vida, claro. Mas será que não os complicamos mais ainda? Verdade que a vida não é fácil e nunca será, mas ela é boa. Fora de saber quanto dela os problemas ocupam ela está aí. De frente a nós, ao nosso lado, ao nosso redor. Somos vida e causamos problemas para outros por simplesmente existir. Eles podem achar isso bom ou ruim mas não depende disso: a existência é o que é e a de cada um de nós *vai* ter fim. Para que então arrancar os cabelos pensando em morte e em fim se a vida ainda não acabou?
A vida, cheia de problemas está aqui. A bela, a trágica, a cruel... tudo isso; não há dissolução. É algo anátomo, sem divisão. Tudo se junta a tudo, formando uma complexidade impossível de se compreender. Ou talvez só eu não entendo; não sou perfeito e nunca serei. A perfeição está para ser atingida. Enquanto isso, há problemas para se resolver e vida para viver. Vives resolvendo problemas? Problemas resolvendo a vida? Há mais combinações possíveis, e elas todas podem resolver o tal sentido da vida, mas eu não o procuro: a vida não tem sentido. A vida é caos e o caos é belo. E é isso que eu vivo.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Faça fotos cmo as de Obama!
sexta-feira, 6 de março de 2009
Prêmios para bons escritores
quinta-feira, 5 de março de 2009
Cataventos e Laranjas...

O vento sopra contra as velas do navio,
Fazendo com que navegue pelo mar de nuvens.
Os sonhos se revelam, deixam a transparência de lado e criam cor, são todos azuis como o céu.
Com o soprar dos sonhos, a caravela vai por entre as nuvens navegar.
O propósito de tudo não está na dificuldade da navegação, mas no encantamento do lugar.
O vento sopra, o cata-vento gira e o sorriso da navegadora não adormece.
As laranjas são frutos de lembranças, o catavento o veículo do sonho e a coragem o instrumento.
Fazendo com que navegue pelo mar de nuvens.
Os sonhos se revelam, deixam a transparência de lado e criam cor, são todos azuis como o céu.
Com o soprar dos sonhos, a caravela vai por entre as nuvens navegar.
O propósito de tudo não está na dificuldade da navegação, mas no encantamento do lugar.
O vento sopra, o cata-vento gira e o sorriso da navegadora não adormece.
As laranjas são frutos de lembranças, o catavento o veículo do sonho e a coragem o instrumento.
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