sexta-feira, 25 de março de 2011

The Final Down Down


Esta será a última postagem minha. Simplesmente não tenho mais tempo pra escrever. Boa desculpa, eu suponho. A verdade é que a estagnação atingiu seu limite. O tempo está bastante ocupado, mas a mente está cheia. Agradeço aos que me apoiaram, às mosqueteiras e quem se dava ao trabalho de ler.

Auf Wiedersehen! Nos vemos o/

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Threads of reality merging, forming ourselves into the choices we make

Escrevi isso como um Journal no dA, mas achei mais apropriado colocar aqui.

Threads of reality merging, forming ourselves into the choices we make

Então, o fim está próximo. E eu enfrento a última cortina... Fazendo do meu jeito ou nem sempre, mas a vida segue e continuamos aprendendo nessa eterna jornada de cada um de nós. Vivendo não no passado, mas também não o esquecendo, pois sem o nascimento tanto tempo atrás, não teríamos chegado aqui. Olhando para o futuro, descobrindo uma nova vida em cada sorriso, em cada olhar. Vida essa que de tão diversa, entorpece a pobre alma que não sabe o que quer. Essa é a primeira pergunta, e deve ser respondida o quanto antes. Atrás do que estamos? O que é aquilo que traz felicidade. Não o chavão de que felicidade se encontra no trabalho, em um romance, família ou algo assim. Mas pergunte-se. "o que me faz feliz"?. A resposta pode impressionar alguns. A busca dessa felicidade é o que move, na infinita highway de destinos ou escolhas, como preferir.

Planos se desenrolam, ou algo simplesmente cai no colo. Pela ordem ou pelo caos, fazemos da vida ser o que é, e a vida nos molda reciprocamente, voltando ao ponto de partida, porém sempre com algo a mais obtido. Sabendo disso, vivemos melhor, buscamos a aventura ou revisitamos o nostálgico, vivendo em todos os tempos. Respirando a mudança do agora e buscando energias no passado para seguir no caminho desejado; para onde será que vamos? Importa mesmo? Com certeza vai ser muito mais empolgante a viagem do que a chegada, e a viagem continua sempre sem nunca ter fim. Pois o fim é apenas o fim, jamais tão glorioso quanto o caminho até lá.


De qualquer maneira, eis o link do dA http://ronan-schuck.deviantart.com/

domingo, 28 de novembro de 2010

Texto antigo

Quem lê o blog já deve ter se deparado comigo dizendo que não se deve olhar para o umbigo, escrever apenas sobre nossas próprias alegrias, tristezas e coisas assim. Esse texto, escrito há mais tempo e não postado então, fala sobre justamente isso. (Droga... sou um hipócrita que não vale nada =P). Mas enfim, tenho gosto pela apreciação de tais sentimentos como forma de arte, de expressão... é o que a arte deve fazer, não? Fazer pensar, fazer sentir e refletir com a razão e/ou emoção. Pensar a partir de experiências e conhecimentos obtidos, ou que se espera obter e refletir se realmente queremos isso. Confuso? Interprete como quiser, pois esse pseudo-artista está claramente se achando =P. Além do mais, uma faceta da arte é poder ser interpretada de várias maneiras.

Here I Go

And so... I write again
For an age has passed
A time to relieve the pain
Do I write in vain?

Do I know what I seek?
The past is now gone
The future is bleak
And mistakes are cast in stone

This time change may happen
For the good or for the bad
It shall come once more
For without it, I'll go mad

Tenderness, joy and laughter
the (bitter)sweetest days of my
Didn't know this came right after
Now the crippling pain makes me dry

Dry of life, dry of feeling
Consequence is a strict teacher
Necessity plows a hole that's bleeding

Compassion... awaits...
For a new arise is written
Again, against all faiths
This sorrow shall be smitten

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Verrückt Flamme!

Boa noite queridos leitores!

Muita coisas para falar, muito tempo quieta.

Em primeiro lugar vou parabenizar o grande mosqueteiro que mantêm este blog cheio de criatividade, bons textos e com um visual que pega fogo! Gosto muito da maneira como escreves rapaz!

E tenho muitas coisas pipocando na mente. Poderia falar sobre como estou "tiririca" com esta política sacana que faz comédia com o Brasil. melhor falando, desta GENTE SACANA, POVO BRASILEIRO, que me deixa TIRIRICA!

Poderia falar sobre flores, física, foguetes, filarmônicas, fim do mundo... f***-**!
Vou inovar, tentar fazer um mini-conto, inspirada por Woody Allen!






"De manhã acordei e dei um longo bocejo, e uma mariposa saiu da minha boca. Pousou no meu nariz e quando bateu as asas deixou cair sua carteira de crochê. Saiu voando e eu tentei alertá-la, mas mesmo assim não deixou de bater as asas. Cinco minutos depois foi parada em uma blitz. Como estava sem carteira de motorista, nunca mais pôde voar."







Então acho que é isso.

Tchüs!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Transcendência

É fácil escrever sobre mim
sobre meu próprio umbigo
É fácil viver num claustro isolado
como se o mundo fosse tão assim limitado

O mundo é maior, imenso
Não vi o suficiente, quero mais
Devemos explorar, eu penso
Explorar lugares, sentimentos

Para onde vais?Para onde o destino nos levará?
O que essa viagem nos fará?
Será algo emocional, inovador?
Ou a mesmice trará denovo o mesmo torpor?

Perguntas, palavras, pensamentos
A resposta não é necessária
o Julgamento não é final
busca a consciência precária

Encontra a sapiência revolucionária
então, levanta-te e anda
e na tua vida manda

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

"Why go for an A+?"

Do we suffer from "Why go for an A+?" syndrome Kyle Baker describes in his wonderful graphic novel, Why I Hate Saturn. Essentially, people get by on one quality alone for so long that he's only recently needed to use his Intelligence to survive without any real problems. He has a brain, he just spent most of his life not needing to use it much.

What an epic thing to say

sábado, 21 de agosto de 2010

Tô com vontade de escrever

Como de praxe eu acabo me perguntando como farei isso; é necessária alguma organização, senão tudo que vai ser escrito vai ser mera superficialidade, sem forma nem conteúdo. Claro que tem gente que consegue pegar um dia ruim, ficar reclamando e transformar isso num texto bom. No entanto, eu tenho a tendência a fugir disso. Ao contrário de ler para se divertir ou distrair, tento escrever algo que na leitura se torne produtivo, que se possa pensar em cima e se tirar suas conclusões. Como já disse uma grande amiga: mesmo que a conclusão seja "perdi meu tempo lendo isso".

Como tenho a pergunta, e não a resposta, falemos disto: o que leva a escrever? A inspiração, de onde vem? De histórias de livros? Da nossa própria vida? Ou então da vida de outro que nos toca? Quem sabe aquela inspiração maluca para uma música durante uma prova de matemática na oitava série^^?

A resposta pode ser todas, e pode ser nenhuma. Escrever não necessita de inspiração, apesar desta tornar o processo muito mais fácil, pois não é necessário buscar as respostas por um pensamento frio e científico. As perguntas estão pipocando na mente dotada de emoção e algo que a emoção faz bem é estimular a busca dessas respostas. Se estamos alegres, pensamos em como poderia ser ainda melhor, o que fazer depois, como seria diferente se(...). Tristes pensamos da mesma maneira, como liquidar o que nos aflige. A mente humana por si só e seu patamar social nos fazem perseguir essas respostas através da inquietação. Ela nos provoca, nos golpeia, nos faz sentir mal, desestrutura. Isso é ruim?

Digo que não. No momento em que estamos completamente estruturados e sem algo para pensar, vem o tédio. Tá tudo ok, sem qualquer preocupação ou tarefa. Essa desestruturação é essencial. Se na época nas cavernas, tivéssemos presas e garras, talvez o cérebro não teria se desenvolvido tanto. Da mesma maneira que um sujeito sem problemas, ou melhor, desestimulado estaciona. Pára de evoluir pois talvez acredite ter atingido seu ápice. Talvez esteja certo em um ponto, mas há várias áreas em que cada um pode melhorar, basta enxergar onde é que essa oportunidade está e não será necessária inspiração. Claro que então, devemos nos mover, sair do repouso e fazer. Mas isso é completamente outra história.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Divulgação

Aproveitando que ultimamente existe algum movimento por aqui, vou colocar o blog de um amigo meu. Se tem alguém que escreve bem textos sombrios é o Thomas


http://makeusproudfordays.blogspot.com/

segunda-feira, 14 de junho de 2010

The last drop falls... or does it?

É engraçado quando percebemos os problemas dos outros... tão insignificantes, fáceis de se resolver comparados aos nossos. Ao menos é o que parece. Quem lê o blog provavelmente já se deparou com uma briga com um(a) grande amigo(a), separações ou problemas familiares. Terminou namoro? Logo arranja outra! Brigaram? O tempo vai remediar! Vai mal na escola? Estuda mais (vagabundo =P)

Mas quando é com a gente, o buraco é mais embaixo. Ou será que é mesmo? Aquele cara que vai mal na escola, com certeza é porque fica o dia de barriga pra cima. Ele não tem responsabilidades, não tem o que fazer com seu vasto tempo livre. Pois é tudo que se faz quando se frequenta a escola: estudar e torrar o resto com festas. Denovo: será mesmo? É tão fácil julgar, basta imaginar. Será verdade até que se saiba o contrário. E não importa se existam opiniões diversas sobre um assunto. Pode até ser que o estudante acima ache mesmo que está aproveitando seu tempo de forma ineficiente, mas não vê que seus afazeres o impedem de se focar no momento do estudo.

Uma pessoa com problemas similares acaba se ocupando de uma coisa quando deveria fazer outra. Enquanto isso, outros julgam que é assim mesmo e como não transparece, está tudo bem.

Do mesmo jeito que no momento que se descobre alguém estressado, a tendência é acharmos que essa pessoa vai perder a calma a qualquer momento, certo? Errado Porque isso não aconteceu antes, quando não sabíamos da incomodação de outro indivíduo. Algo não passa a ser um problema somente quando ficamos sabendo. O problema se cria independente de nossa vontade ou entendimento. No momento que sabemos disso, nada muda além da nossa compreensão. Não digo que a última gota nunca vai cair, mas nossas mentes brilhantes e infalíveis não são tão poderosas quanto pensamos. Senão, o nosso problema seria tão simples quanto julgamos ser os alheios.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Again I speak about flames

Sentimentos fortes se comparam a tempestades. Furacões, terremotos ou vulcões erupcionando. Mas não apenas destas a vida é feita. Há grande risco de nos decepcionarmos se apenas procurarmos por estas. Um grande amor, uma proposta para viajar ao exterior, uma medalha de honra ao mérito. Podem ser seguidas de decepções, mortes ou desonras. É questão de estarmos preparados. E ainda preparados sempre há surpresas, inclusive as boas.

Depois de um episódio como os descritos acima, existem pequenos momentos que com sua simplicidade ofuscam tempestuosos momentos de prazer ou dor. Pequenos momentos que fazem parte de nossos ser. Definem quem somos.

A vida é simples. Basta manter-se vivo. Tempestades virão, claro. Mas não precisa ser uma tempestade de raios. Pode ser uma chuvarada de verão, aquela que não se resiste tomar um banho. Independente de ficar gripado depois, é algo que dá a sensação de estar vivo. De viver.

Estes pequenos momentos que em sua época foram tempestades tornam se pequenas gemas, pequenos diamantes, rubis e safiras. Agora são coisas pequenas, mas um diamante se forma a partir de uma quantidade de carbono que recebe um calor imenso e uma pressão igual. Isso acontece lá dentro da terra, no "íntimo" do planeta. Os diamantes são a prova que aquele pedacinho já foi um bloco de carvão que passou por tudo que poderia passar e ficou ali, agora mais firme do que nunca.

Sejamos assim. Sejamos como o humilde carvão, quando passarmos por pressões e temperaturas dignas do mais intenso magma, possamos emergir como diamantes.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Então, é assim...

Entre vórtices e navios e mares e continentes ou ilhas, a jornada prossegue. Talvez o rumo seja desconhecido, mas isso não é emocionante? O caos, a incerteza. Basta ter confiança, que o que vier será a melhor experiência possível. Vai que nessa metáfora de navios o mundo não é redondo e perto da borda temos que voltar para que não morramos no vácuo do espaço? A vida é uma jornada, a nossa jornada. Temos cada um seus próprios anjos protetores e demônios a superar (ou o contrário, não é de mim ser preconceituoso =P). Que venham. E vamos nessa \o/

domingo, 9 de maio de 2010

And so it is...

Just like I thought it would be. Life goes easy on me most of the time. As I am caught in the middle of two vortexes. One is the past and the other is the future. Both keep sucking me at the same time. As of now, both have the same strength. It will not last much, but as I stay stationary, the vortexes strech me until the point where I would break. But this time I will not. Enough of it.

Now is the time for a change. I must be my own vortex, and pull good things toward me. Enough of past and future. There shall be thought, action and consequence. As always was, but we never see the same thing as it really is. As opposed to that, looking back there is some unseen detail. Again past and future (sigh).

Anyway, gotta leave this stationary state. There seems to be land afar. Safe and sturdy. A place to tie my boat. Time to man the stations.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Providências!




To aqui para pedir aos escritores do blog um OK para que eu possa fazer mudanças no blog!
Mudar o nome, o layout, talvez até dar um objetivo especifico para tal. E aí, o que que vocês acham de mudar?

RESPONDAM POR FAVOR!
No aguardo de manifestações.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

BZZzzZZzzzzzzZZzzzzzzzzzzzzt

É, aos poucos a vida vai se desenrolando e vamos tomando as decisões que nos moldarão no que vamos ser mais pra frente e esse processo se repete novamente

Os últimos serão os primeiros pelo jeito... é estranho notar que em menos de dois anos se está num lugar exatamente oposto ao que estava antes. Éramos tão inexperientes...

Não há muito que se escrever, há muito que devemos ainda viver. Eu sempre acabo colocando um otimismo idealista nesses textos, mas fazer o quê? Agora estou vivendo uma fase boa e pretendo continuar ao menos o ponto de vista, que desse jeito resolvo mais problemas(postagem anterior).

Mas sim, a vida toma os rumos que mais duvidamos que ela tome. E essas mudanças nos surpreendem de maneira tal que nos deixam vendo estrelas. Depois de achar alguém para amar sem procurar e de uma suspeita de gripe suína tudo pode se esperar ^^.

Vou-me por enquanto

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Problemas

Pois é, os problemas... o que são eles? Barreiras malignas que visam nosso sofrimento? Meros obstáculos? Talvez combustível para soluções?

Eles são o que são... nunca deixarão de ser. Complicam-nos a vida, claro. Mas será que não os complicamos mais ainda? Verdade que a vida não é fácil e nunca será, mas ela é boa. Fora de saber quanto dela os problemas ocupam ela está aí. De frente a nós, ao nosso lado, ao nosso redor. Somos vida e causamos problemas para outros por simplesmente existir. Eles podem achar isso bom ou ruim mas não depende disso: a existência é o que é e a de cada um de nós *vai* ter fim. Para que então arrancar os cabelos pensando em morte e em fim se a vida ainda não acabou?

A vida, cheia de problemas está aqui. A bela, a trágica, a cruel... tudo isso; não há dissolução. É algo anátomo, sem divisão. Tudo se junta a tudo, formando uma complexidade impossível de se compreender. Ou talvez só eu não entendo; não sou perfeito e nunca serei. A perfeição está para ser atingida. Enquanto isso, há problemas para se resolver e vida para viver. Vives resolvendo problemas? Problemas resolvendo a vida? Há mais combinações possíveis, e elas todas podem resolver o tal sentido da vida, mas eu não o procuro: a vida não tem sentido. A vida é caos e o caos é belo. E é isso que eu vivo.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Faça fotos cmo as de Obama!

Depois de dois links úteis, um inútil!
Site para fazer fotos como as que Obama usou na sua campanha =]
http://obamiconme.pastemagazine.com/

sexta-feira, 6 de março de 2009

Prêmios para bons escritores

Como sei que ultimamente as coisas andam algo movimentadas por aqui , resolvi postar dois links de concursos de redação. Infelizmente não poderei participar, pois pelo que me parece, é apenas para jovens universitários -.-"



























Mas fica a dica! Boa sorte^^

quinta-feira, 5 de março de 2009

Cataventos e Laranjas...



O vento sopra contra as velas do navio,
Fazendo com que navegue pelo mar de nuvens.
Os sonhos se revelam, deixam a transparência de lado e criam cor, são todos azuis como o céu.
Com o soprar dos sonhos, a caravela vai por entre as nuvens navegar.
O propósito de tudo não está na dificuldade da navegação, mas no encantamento do lugar.
O vento sopra, o cata-vento gira e o sorriso da navegadora não adormece.
As laranjas são frutos de lembranças, o catavento o veículo do sonho e a coragem o instrumento.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Me deu vontade de escrever

É... quarta feira. Em breve acontecerá um grande divisor de águas. Ou será que já aconteceu e isso será apenas uma consequência? Sim e não. Se hoje eu fui trabalhar é consequência de ter nascido.

Eu fico tentando escrever um texto grande e pomposo mas tudo que consigo é balbuciar o vácuo. É dito de monges que têm essa paz e presença espiritual por conseguir se concentrar no nada meditando. Não sei se é verdade; nunca conheci um pessoalmente... o vazio é algo realmente legal às vezes: precisamos dele para prender comida em sacos plásticos, de modo que dure mais. Mas talvez estejamos desvalorizando-o.

E que diabos é esse tal de valor? Por quê é dado a coisas que não tem valor?(é...) Por quê existem clínicas e mais clínicas para animais de estimação, se faz protesto para que um cachorro de rua fique na praça recebendo comida e carinho, mas quando é com gente o buraco é mais embaixo? Me chamem de idealista, mas este mundo está podre. Tá... chega... daqui a pouco estou falando de ecologia, efeito estufa e economia "sustentável", mas até na Superinteressante se diz que temos que jogar uma chave de fenda nas engrenagens da economia e talvez tenhamos daqui a sei lá quantos anos (mais de 200?) um mundo como o de 1960, meros quase 50 anos atrás.

Continuando a falar de vazio...

...aprecie-o...

ele pode ser valioso


























































;D

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Completem a historinha ^^

Era um bonito dia no berço da infância. O Sol estava só no céu mas não solitário. Sua alegria irradiava todos os habitantes do belo lugar. Foi em um fundo de quintal, com rasas gramas e um fino caminho. Uma cerca protegia do precipício e havia um galinheiro de madeira que enfeitava o lugar de muitas lembranças. Local mais próprio para reunir os amigos não existe.

O galinheiro se encontrava desabitado. Perfeito para o que queríamos: ele é muito maior que parece. Cabem mais de vinte pessoas aqui. Logo começam a soar músicas e risadas. Cartas dão piruetas junto com seus jogadores. Ases do divertimento, reis da cocada preta, rainhas de alegria e bobos da corte de todos os tipos. Logo depois a felicidade era tanta que o riso se projetou a astro maior do acontecimento. Nada mais era necessário.

Foi no momento em que aparece o traidor, que brada agressivamente: "isto não é divertido! Isto é mera loucura, pura insensatez!". A alegria se dissipou. Estava pesado o ar, não se podia mais ouvir os bem-te-vis. eles não mais voavam pois naquele ar se podia nadar. "Então te achas no direito de definir o que é e o que não é?" Diz um dos amigos, enquanto os outros olham espantados. Não proferem palavras. Seria muito arriscado, pensam eles. Apenas um dialoga com o traidor. Na verdade trocam insultos. o defensor pensa "O que ele acha que quer dizer agora??" "Certamente não merece o ar que respira".

E chega o momento onde o racional é apenas uma lembrança. A selvageria toma conta. O traidor logo cai nocauteado, mas seu agressor não acha que é o suficiente. Com um golpe na testa o desmaia e com outro lhe faz sangrar e o quebra o crânio. Podem se ver rachaduras. Os golpes foram furiosos, a luta durou um piscar de olhos. Mas agora há sangue em suas mãos. Os demais amigos não proferem uma palavra ainda. Eles se aproximam. Seus olhares dizem "O que tu fizeste?" "Ele merecia ser punido, mas isso foi demais!". No momento o agressor percebe que não era mais defensor. Ele joga o corpo no precipício. Ninguém os encontrará lá. Depois do precipício nunca houve notícia de alguém. Boatos talvez, mas nestes não se confia.

O corpo foi esquecido. O agressor percebe o que fez. Ele entra em choque. Um dos espectadores dá um passo a frente e diz uma única palavra: "Acabou". Sim, não há mais volta. O que foi feito não pode ser desfeito por palavras ou ações. Todos juram solenemente o seu silêncio, mas há uma perturbação novamente. Há alguém chegando. "Senhoras, áureas inquisidoras. o que fazem por aqui?" Elas respondem com um sorriso. Não sabem do ocorrido, mas podem facilmente descobrir. Devemos prosseguir com extrema cautela. É melhor a despedida agora. Este lugar não é mais próprio. Todos estão marcados. Mas o agressor nota que deixou as cartas para trás. Deve recuperá-las, não sabe por que, mas há uma urgência nisso. Ele volta e as põe em sua mochila. Na saída todos foram embora. Chega mais um amigo, o mais antigo de todos. Lhe oferece uma carona até sua casa, mas devem caminhar até o carro. Na caminhada, enquanto se despede das senhoras, começa a chover forte. Seu amigo logo diz que será bom para as queimaduras. "mas nada queimou" - pensa o agressor. Mas seus braçoes estão vermelhos e inchados. Começam a aquecer mas são logo resfriados pela chuva. "Vamos então" diz o agressor a seu parceiro.